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Arnaldo Antunes

 

usura produz miséria, 2020. Projeto especial para M.A.P.A. mostra No Calor da Hora. 300 x 900 cm

R. Dr. Bráulio Costa, 536-594 – Aracaju – SE. Fotografia: Fernando Correia.

 

Para No Calor da Hora o artista produziu uma poesia visual na qual explora a materialidade das palavras em sua potência verbal, vocal e visual. Músico, poeta, compositor e artista visual, Arnaldo Antunes transita entre os suportes desde cedo, tendo a palavra como a matéria-prima e território comum na sua obra – em dimensões verbais, visuais ou sonoras. Integrou o grupo Titãs entre 1982 e 1992 e, embora sua trajetória na música seja a mais conhecida, a produção visual é constante desde o início da década de 80, cruzando e influenciando a produção como um todo. Em 2016, a exposição Palavra em Movimento fez uma eclética síntese da sua produção nas artes visuais, reunindo em recorte cronológico caligrafias, colagens, instalações e objetos poéticos. A mostra percorreu as principais capitais do País até 2019. 

 

For No Calor da Hora, Antunes produced a visual poemin which he explores the materiality of words in their verbal, vocal and visual power. Musician, poet, composer and visual artist, Arnaldo Antunes transits across medias from an early age, having the word as the raw material and common territory in his work - in sound, verbal, visual dimensions. He was part of the band Titãs between 1982 and 1992 and, although his trajectory in music is the best known, Antune’s visual production has been constant since the early 1980s. In 2016, the solo exhibition Palavra em Movimento made an eclectic synthesis of its production in the visual arts, bringing together in chronological outline calligraphies, collages, installations and poetic objects. The exhibition toured the main capitals of the country until 2019.